Gente é Assunto de Gente Grande

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Muitas questões permeiam a mente dos líderes empresariais quando o assunto é gestão de pessoas: Como conciliar a necessidade de resultados e um bom clima de trabalho? Que atitudes e comportamentos podem ser tolerados ao se confrontarem com o status quo? Valores, crenças, cultura são o paradigma para avaliação do alinhamento da equipe? Que diretrizes devem ser seguidas para manter um caminho de crescimento no longo prazo? Qual o papel do líder e das pessoas para alcançar a excelência na empresa?…

Na busca por responder essas e outras questões líderes de empresas dão tiros em várias direções. As soluções vão desde o líder perfil concentrador-egocêntrico-imperialista para quem as pessoas são um problema por serem um bando de incompetentes; passam pelo líder analítico-distante-produtivo onde vigora o poder da “tecnocracia” caracterizada pelo “ferramentalismo”, para quem o problema está na formação técnica da equipe; e vai para o extremo do líder empático-liberal-relacional e a sua democracia desprovida de compromissos pragmáticos com o resultado em prol da harmonização com o clima interno.

E aí? Como lidar com essas idiossincrasias e a pressão externa simultaneamente? Como conciliar as entregas e atuação coesa de pessoas?

O caminho começa em (i) alçar “gestão de pessoas” à prioridade estratégica – parte fundamental da visão de longo prazo da empresa, posicionada no mais alto escalão da estrutura de poder; (ii) disseminar entre líderes essa decisão de absoluta prioridade e (iii) comprometer o time com a causa do desenvolvimento das competências de facilitador, treinador, multiplicador, comunicador, selecionador e avaliador.

As finanças, a tecnologia, a inovação, a estratégia, a operação, as vendas, o marketing e tudo mais que possamos imaginar ou conceber como processos necessários a qualquer empreendimento bem sucedido é tocado e realizado por pessoas!

Por isso digo “Gente é Assunto de Gente Grande”! Posicione a “Gestão de Pessoas” no topo de sua estrutura organizacional! Lá, entre os grandes de função diretiva, ela deve estar, conferindo a importância e prioridade que precisa ter.

Forte abraço,
Marcelo Andrade – Exmerare

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